Iphan reabre imóvel do século XVII no Centro Histórico de Salvador (BA)

A reforma do imóvel durou dois anos e custou R$ 1,5 milhão.

Uma casa nobre, construída no século XVII, que serviu de passagem para corte de D. João VII e que agora será abrigo para peças do acervo patrimonial baiano, local de exposição e de debates importantes, além de escritório do PAC Cidades Históricas. Essa é a primeira Casa do Patrimônio da Bahia, que funciona na Casa dos Sete Candeeiros (referência aos sete lampiões de azeite que nela se penduravam por ocasião da estadia da corte), reaberta ontem pela presidenta do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Jurema de Souza Machado e pelo superintendente estadual do Iphan, Carlos Amorim, após passar por uma reforma de dois anos, no valor de R$1,5 milhão.

O espaço localizado na Rua São Francisco, Sé, Centro Histórico de Salvador ganhou conforto e acessibilidade e dispõe de um auditório com capacidade para 100 lugares. Na cerimônia representou o governo estadual, o diretor geral do Instituto do Patrimônio Artístico, Frederico Mendonça e a prefeitura municipal, o secretário de Desenvolvimento, Turismo e Cultura Guilherme Belintani. Também compôs a mesa, o arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger.

Segundo o superintendente do Iphan na Bahia, Carlos Amorim, a Casa do Patrimônio além de administrativa será local também para exposições de peças e elementos que façam referência ao patrimônio protegido. “Nós reformamos, restauramos o acervo, construímos esse auditório, sendo um espaço para compartilharmos o patrimônio com a sociedade, além de conquista também para o Centro Histórico de Salvador”, afirmou.

Retirado do Jornal da Mídia

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