Seminário de Patrimônio Ferroviário acontece no Paraná

Com o objetivo de apresentar questões conceituais que orientam a preservação do patrimônio ferroviário, em diálogo com as experiências práticas de gestores e técnicos, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Paraná (IPHAN-PR), em parceria com o Goethe-Institut de Curitiba, promove o Seminário de Patrimônio Ferroviário, que acontece de 11 a 13 de novembro, no auditório do Goethe-Institut de Curitiba.

A abertura do evento contará com a participação do Coordenador do Patrimônio Ferroviário do IPHAN, José Cavalcanti e do Superintendente do IPHAN-PR, José La Pastina. As instâncias, atores e perspectivas da preservação do Patrimônio serão abordados por Matheus Cotta, arquiteto e urbanista do IPHAN em Minas Gerais, e os Arranjos, ações e perspectivas na preservação e memória ferroviária do Rio de Janeiro pelo Superintendente no Estado, Ivo Barreto.  Haverá também palestras de pesquisadores renomados, como o historiador Eduardo Romero de Oliveira, o arquiteto Antonio Soukef Junior, o geógrafo Leonel Brizolla Monastirsky.

O Seminário aborda ainda as boas práticas de preservação do Patrimônio Ferroviário no Paraná, vai levantar demandas e elaborar propostas para o desdobramento de ações mais efetivas. O Seminário de Patrimônio Ferroviário traz uma mostra de fotos do acervo do IPHAN-PR, de autoria de Marc Ferrez e Arthur Wischral, sobre a construção da Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba e trabalhadores ferroviários. A exposição tem o apoio do Centro de Memória do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná – TRT-PR.

Confira aqui o convite.

Confira aqui a programação.

IPHAN-PR participará do 23º Festival de inverno em Antonina

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Paraná (IPHAN-PR) realiza em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o 23º Festival de Inverno entre os dias 13 a 19 de julho, em Antonina.

A oficina compreende uma série de encontros com os técnicos do IPHAN – dos setores de Arquitetura, Arqueologia, Patrimônio Imaterial e Educação Patrimonial – para compartilhar conceitos e visões que orientam a política nacional de preservação do patrimônio cultural brasileiro e os desafios enfrentados na prática institucional.

Parte da oficina se concentra no debate sobre o tombamento do conjunto urbano de Antonina, parâmetros para a conservação de imóveis em áreas tombadas e requalificação urbana.

As inscrições para o 23º Festival de Inverno da UFPR deverão ser feitas no período de 01 a 09 de julho de 2013 aqui.

IPHAN restaura futuro prédio do Arquivo Histórico de Antonina-PR

A história da ocupação do litoral paranaense, as relações entre Antonina, Paranaguá e Curitiba e os documentos referentes ao porto e às Indústrias Matarazzo. Esses são apenas alguns dos registros encontrados nos livros pertencentes ao Arquivo Público de Antonina. Para preservar esse material, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan-PR), em parceria com a prefeitura de Antonina, está restaurando o prédio da antiga Casa do Boi, que passará a abrigar o Arquivo Público da cidade.

A obra, viabilizada através de recursos do PAC Cidades Históricas, foi iniciada em novembro de 2012 e tem previsão de entrega para o primeiro semestre de 2013. O valor investido é de R$ 454 mil. O projeto arquitetônico foi desenvolvido de acordo com os critérios usuais de intervenção em cidades históricas utilizados pelos órgãos de proteção ao patrimônio cultural.

Serão feitas a restauração da fachada e a recomposição de um dos edifícios do conjunto. Nele, ficará abrigado o acervo documental do município, em local apropriado para conservação e exposição da memória histórica de Antonina.

O imóvel está localizado na Rua Heitor Soares Gomes, na parte mais central da área histórica, e data das décadas de 1920 – 1930. O conjunto possui duas edificações que inicialmente abrigavam quatro residências independentes, com elementos do estilo arquitetônico Art Déco, com resquícios do ecletismo, uma arquitetura de transição.

IPHAN no Paraná promove oficinas de educação patrimonial

De 19 a 21 de fevereiro, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Paraná irá promover oficinas para educadores da rede pública de ensino de Paranaguá com base nas pesquisas sobre o patrimônio cultural local. A ideia é sensibilizar os educadores para a formação de agentes multiplicadores do enfoque Educação-Patrimônio. As oficinas têm como objetivo proporcionar a reflexão sobre noções de patrimônio cultural, identificar patrimônios do litoral paranaense, debater sobre formas de preservação e sugerir ações educativas a serem trabalhadas no dia a dia escolar.

Com esse conhecimento, os próprios professores, na volta às aulas, podem estimular seus alunos a realizarem a identificação e o registro do que eles próprios consideram como um bem cultural da região onde vivem, construindo uma noção ampla e compartilhada do que é o patrimônio cultural. Após esse trabalho, as escolas que se interessarem podem desenvolver atividades na linha de Educação Patrimonial através do Programa Mais Educação, do Ministério da Educação.

A iniciativa visa incentivar e dar apoio para as escolas realizarem inventários do patrimônio cultural local. Assim, os alunos poderão produzir vídeos, fotos, áudios e textos sobre a história da cidade, suas vivências, festas, celebrações e demais manifestações culturais.
Em Paranaguá, serão organizados três encontros, com 8 horas de duração cada. Os dois primeiros acontecerão nos dias 19 e 21 de fevereiro, e o terceiro será em março. Serão realizados em parceria com a Secretaria Estadual de Educação. As vagas são limitadas.

Educação Patrimonial no Mais Educação
Uma parceria firmada em março de 2012 entre o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) está levando para escolas estaduais e municipais de todo o Brasil uma linha de ação na área de Educação Patrimonial. A partir de uma concepção de Educação Integrada em tempo integral, base do programa Mais Educação, pretende-se envolver a comunidade escolar no reconhecimento e preservação do patrimônio cultural. A ideia é que a própria comunidade realize um inventário do que valoriza e compreende como um bem cultural local.

Além de material didático para introduzir e apoiar as atividades de educação patrimonial, cada escola que participa do projeto recebe um kit do MEC para a realização de um inventário. Dependendo da necessidade de cada escola o kit pode conter máquinas fotográficas com a função filmagem; gravadores de áudio digital (MP3); HD externo; tripé de câmera; cartucho colorido de impressora ou apoio para serviço de impressão; fichas para o inventário, além de um montante em dinheiro como apoio para as saídas de campo e para produção de exposições, encontros, rodas de memória, mostras de filmes, entre outros.

Serviço:
Oficinas de Educação Patrimonial – Programa Mais Educação
Data: 19 e 21 de fevereiro
Local: Auditório do Núcleo Regional de Educação – Paranaguá
Mais informações: Iphan /Paraná – (41) 3264.7971

Mais informações:
Iphan /Paraná
Lia Ono
Telefone: (41) 3264.7971

Educadores participam de oficina sobre tombamento de Antonina-PR

Educadores da rede pública de ensino de Antonina, município do litoral do Paraná, irão participar durante o mês de fevereiro de oficinas de Educação Patrimonial. O objetivo é conhecer melhor o processo de tombamento histórico do município e quais os direitos e deveres de quem vive, estuda ou trabalha nas áreas tombadas. O centro histórico da cidade e o complexo das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo (IRFM) foram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em janeiro de 2012.

As oficinas irão acontecer nos dias 6 e 7 de fevereiro, das 9 às 18h. Além de discutirem sobre noções e ferramentas de Preservação do Patrimônio Cultural, os participantes das oficinas também irão conhecer o Jogo do Patrimônio, uma forma lúdica de aplicação dos conceitos aprendidos. Este jogo é baseado nos princípios do RPG (Role-Playing Game), que mistura estratégia e imaginação. Nele, os jogadores interpretam diferentes personagens que vivem em uma cidade imaginária prestes a ser tombada. Para ajudar no processo, os personagens devem escolher a área a ser preservada.

As oficinas fazem parte de uma parceria entre o IPHAN-PR e o Núcleo Regional de Educação. Segundo a responsável pelo setor de Educação Patrimonial do IPHAN-PR, Lia Ono, ações como essas são fundamentais para refletir com a comunidade escolar e os moradores de Antonina os sentidos de se preservar e valorizar os centros históricos de nossas cidades. E como essas ações estão relacionadas com a construção da memória coletiva e fortalecimento de nossas identidades, assim como podem ser vetor de desenvolvimento para as cidades. As oficinas de fevereiro são direcionadas a educadores da rede pública estadual, mas estão sendo programados outras encontros para gestores do município e moradores interessados. A proposta é formar uma rede de cooperação para a preservação do patrimônio cultural.

Serviço
Oficinas de Educação Patrimonial e aplicação do Jogo do Patrimônio
para professores da rede pública de ensino de Antonina-PR
40 vagas
Datas e locais:
06/02 – das 09h as 18h: Oficina para as Escolas Brasílio Machado e Rocha Pombo
Anfiteatro da Escola Brasílio Machado

07/02 – das 09 as 18h: Oficina para a Escola Moisés Lupion
Auditório da Escola Moisés Lupion

Mais informações:
IPHAN-PR – (41) 3264-7971

Educadores participam de oficina sobre tombamento de Antonina-PR

Educadores da rede pública de ensino de Antonina, município do litoral do Paraná, irão participar durante o mês de fevereiro de oficinas de Educação Patrimonial. O objetivo é conhecer melhor o processo de tombamento histórico do município e quais os direitos e deveres de quem vive, estuda ou trabalha nas áreas tombadas. O centro histórico da cidade e o complexo das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo (IRFM) foram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em janeiro de 2012.

As oficinas irão acontecer nos dias 6 e 7 de fevereiro, das 9 às 18h. Além de discutirem sobre noções e ferramentas de Preservação do Patrimônio Cultural, os participantes das oficinas também irão conhecer o Jogo do Patrimônio, uma forma lúdica de aplicação dos conceitos aprendidos. Este jogo é baseado nos princípios do RPG (Role-Playing Game), que mistura estratégia e imaginação. Nele, os jogadores interpretam diferentes personagens que vivem em uma cidade imaginária prestes a ser tombada. Para ajudar no processo, os personagens devem escolher a área a ser preservada.

As oficinas fazem parte de uma parceria entre o IPHAN-PR e o Núcleo Regional de Educação. Segundo a responsável pelo setor de Educação Patrimonial do IPHAN-PR, Lia Ono, ações como essas são fundamentais para refletir com a comunidade escolar e os moradores de Antonina os sentidos de se preservar e valorizar os centros históricos de nossas cidades. E como essas ações estão relacionadas com a construção da memória coletiva e fortalecimento de nossas identidades, assim como podem ser vetor de desenvolvimento para as cidades. As oficinas de fevereiro são direcionadas a educadores da rede pública estadual, mas estão sendo programados outras encontros para gestores do município e moradores interessados. A proposta é formar uma rede de cooperação para a preservação do patrimônio cultural.

Serviço
Oficinas de Educação Patrimonial e aplicação do Jogo do Patrimônio
para professores da rede pública de ensino de Antonina-PR
40 vagas
Datas e locais:
06/02 – das 09h as 18h: Oficina para as Escolas Brasílio Machado e Rocha Pombo
Anfiteatro da Escola Brasílio Machado

07/02 – das 09 as 18h: Oficina para a Escola Moisés Lupion
Auditório da Escola Moisés Lupion

Mais informações:
IPHAN-PR – (41) 3264-7971

Iphan/PR apresenta balanço sobre a gestão do patrimônio ferroviário no Paraná

Em 2007, com a extinção da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional passou a ser legalmente responsável pelos bens móveis e imóveis de valor artístico, histórico e cultural oriundos daquela empresa, devendo recebê-los e administrá-los. Nos cinco anos decorridos desde então, a Superintendência do Iphan no Paraná, apesar do reduzidíssimo quadro de pessoal, tem um importante trabalho a mostrar, como se pode ver a seguir, ano a ano ou por período plurianual.

2007/2012 – Cessão de oito pátios ferroviários com estações, casas e armazéns às respectivas prefeituras. Entre os pátios cedidos, dois deles – o de Pirapó, em Apucarana, e o de Ibiporã – já foram restaurados pelos respectivos municípios com participação técnica do Iphan. Espera-se que outros o sejam em breve.

– Análise técnica de cerca de quinhentos imóveis para avaliação de eventual valor histórico-cultural.

2008 – Inventário de cerca de 5.000 bens móveis do edifício Teixeira Soares – antiga sede da extinta RFFSA – e de 1.500 bens móveis dos demais acervos expostos em Curitiba e em outras cidades paranaenses.

2008/2012 – Inventário de 70 pátios ferroviários paranaenses.

2009 – Contratação dos projetos de restauração das estações ferroviárias da Lapa e de Paranaguá.

– Obra de restauração de uma casa do pátio ferroviário em Piraquara para instalação de museu ferroviário.

2010 – Projeto e obra de restauração da Estação Ferroviária de Paulo Frontin com recursos do Iphan.

– Articulação com o Ministério Público Federal para formulação e assinatura de Termo de Ajustamento de Conduta para elaboração e execução de projetos – já prontos e aprovados – e obras de restauração em seis estações ferroviárias do norte do Paraná às expensas da concessionária da estrada de ferro.

– Inventário de levantamento de material rodante no Estado do Paraná.

– Convênio com a Universidade Federal do Paraná para restauração do Edifício Teixeira Soares – antiga sede da extinta RFFSA – e criação de espaço de memória ferroviária sob responsabilidade do Iphan. As obras estão em andamento e poderão estar concluídas em 2013.

2011 – Articulação com o Ministério Público Federal para destinação de verbas compensatórias pagas pela concessionária da estrada de ferro por responsabilização em vandalização de duas pequenas estações ferroviárias.

2011/2012 – Inventário, digitalização, higienização, restauração parcial e acondicionamento em arquivo de 16 mil fotos da extinta RFFSA, entre elas cinco do fotógrafo oficial de D. Pedro II, Marc Ferrez.

2012 – Contratação do Inventário da Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba para formatação da proteção federal a ser proposta.

– Articulação e apoio técnico para realização das obras de restauração do Viaduto Ferroviário João Negrão, também conhecido como Ponte Preta, no Centro de Curitiba, já concluídas.

– Ampliação do Museu Ferroviário de Curitiba, no Shopping Estação, em andamento.

– Recebimento formal da Estação Ferroviária de Curitiba (na rodoferroviária) e da Garagem de Automotrizes, ambas já concretizadas, e tratativas em curso para restauração e readequação do uso das mesmas.

fonte : IPHAN/PR