Conjunto Moderno da Pampulha é mais novo Patrimônio Mundial no Brasil

Paisagem Cultural do Patrimônio Moderno. Este é mais um título inédito que o Brasil acaba de receber. O Comitê do Patrimônio Mundial, reunido na 40ª Sessão, que ocorre em Istambul, na Turquia, aprovou a inscrição do Conjunto Moderno da Pampulha na Lista do Patrimônio Mundial. A presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa, acompanhou a votação. Para ela, “o Brasil tem muito a comemorar. O Conjunto da Pampulha está na origem da produção arquitetônica e urbanística brasileira dentro do Movimento Moderno, e deve ser um bem compartilhado por toda a humanidade. Ao integrar a Pampulha à Lista do Patrimônio Mundial, a UNESCO estará reconhecendo o conjunto como uma obra-prima do gênio criativo humano”.

A Pampulha em conjunto
Situado em uma das regiões mais tradicionais de Belo Horizonte (MG) e de grande significado para diversas gerações, no Brasil e no mundo, o Conjunto Moderno da Pampulha foi concebido com o objetivo de criar uma obra de arte total, integrando as peças artísticas aos edifícios e estes à paisagem, e conta com as quatro primeiras obras assinadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer, projetadas na década de 1940. O conjunto possui também jardins planejados pelo paisagista Roberto Burle Marx, painéis com azulejos do pintor Candido Portinari e esculturas de artistas renomados como Alfredo Ceschiatti e José Alves Pedrosa.

Formado por uma paisagem que agrega quatro edifícios articulados em torno do espelho d’água de um lago urbano artificial, o Conjunto Moderno da Pampulha é integrado pela Igreja de São Francisco de Assis, o Cassino (atual Museu de Arte da Pampulha), a Casa do Baile (Centro de Referência em Urbanismo, Arquitetura e Design de Belo Horizonte) e o Iate Golfe Clube (Iate Tênis Clube), todos bens construídos entre 1942 e 1943.

A área que abriga o Conjunto Moderno era parte de uma antiga fa¬zenda, responsável pelo abastecimento agrícola da cidade de Belo Horizonte. Loteada e urbanizada na década de 1940, o lugar tornou-se um empreendimento modernizador que atraiu a atenção de vários intelectuais e artistas de todo o Brasil, por promover uma interação entre arquitetura, artes plásticas e paisagismo.

Inspirado nas concepções do suíço Le Corbusier (pseudônimo de Charles-Edouard Jeanneret-Gris), criador dos Cinco Pontos da Nova Arquitetura – planta livre, fachada livre, pilotis, terraço jardim e janelas em fita –, Niemeyer planejou os edifícios do Conjunto. Por sua vez, Roberto Burle Marx teve como influência os ideais do resgate da identidade nacional e as vanguardas europeias das artes. Segundo seus próprios depoimentos, o seu contato com a riqueza da flora brasileira em jardins botânicos de Berlim (Alemanha) o fez compreender como seria importante resgatar espécimes nativas nos jardins do país. Embora muitas vezes comparados a telas de pintura, suas criações se revelam vivas por se transformarem com o passar dos anos e por representarem novas e livres maneiras de combinação cromáticas e de harmonias entre espécimes.

Cassino da Pampulha
O local ofereceu à cidade um luxuoso espaço de lazer e de shows que atraiu a elite da sociedade belorizontina. Sua divisão interna estabelecia um ambiente de jogos e uma pista de dança, além de um restaurante. Começou a funcionar em 1942, antes mesmo da inauguração oficial do complexo. Manteve seu uso original até 1946, quando foram proibidos os jogos no Brasil. Em 1957, o edifício foi transformado no Museu de Arte da Pampulha, uso que permanece até hoje.

Casa do Baile
Projetada para ser um restaurante dançante de funcionamento diário, tipo de lazer público até então inexistente em Belo Horizonte, foi concebida para atrair também as classes populares para a Pampulha. Assim como o Cassino, a Casa começou a funcionar em 1942, antes da inauguração oficial do Conjunto. Em 1954, devido ao rompimento da barragem, ela foi fechada, com aberturas esporádicas para alguns eventos. Em 1986 foi reaberta como anexo do Museu de Arte da Pampulha. Entre outras mudanças, em 2002, após passar por obras de restauração, o local foi reinaugurado como Cen¬tro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e Design, uso adequado ao reconhecimento e divulgação de sua importância para a arquitetura moderna brasileira.Croqui do arquiteto Oscar Niemeyer, da Casa do Baile, na Pampulha, Belo Horizonte (MG)

Iate Golfe Clube
Teve como uma de suas funções difundir a prática de esportes náuticos em Belo Horizonte, como o remo e a vela. Seus associados podiam desfrutar dessas atividades, realizadas na lagoa, além das piscinas, quadras e salões de festas. Em 1961, o clube foi vendido para a iniciativa privada e transformado no Iate Tênis Clube.

Igreja São Francisco de Assis
Primeira igreja brasileira construída nos padrões da arquitetura moderna, Niemeyer se apropriou de elementos regionais da cultura religiosa. Distante dos elementos sacros tradicionais, ela permaneceu fechada por vários anos e seu tombamento pelo Iphan, em 1947, garantiu sua sobrevivência. Somente em 1959, o pequeno templo foi aberto à comunidade.

Patrimônio Mundial no Brasil
Além do Conjunto Moderno da Pampulha, o Brasil conta hoje com o total de 19 bens culturais e naturais na lista de 1.031 bens reconhecidos pela UNESCO como Patrimônio Mundial. Os bens naturais são: Parque Nacional do Iguaçu (PR) – (1986), Costa do Descobrimento: Reservas da Mata Atlântica (BA/ES) – (1999), Reservas da Mata Atlântica (PR/SP) – (1999), Complexo de Conservação da Amazônia Central (AM) – (2000), Complexo de Áreas Protegidas do Pantanal (MT/MS) – (2000), Ilhas Atlânticas: Fernando de Noronha e Atol das Rocas (PE/RN) – (2001), e Reservas do Cerrado: Parques Nacionais da Chapada dos Veadeiros e das Emas (GO) – (2001).
Já os bens culturais estão compostos por: Centro Histórico de Ouro Preto (MG) – (1980), Centro Histórico de Olinda (PE) – (1982), Missões Jesuítas Guaranis – no Brasil, ruínas de São Miguel das Missões (RS) – (1983), Centro Histórico de Salvador (BA) – (1985), Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas (MG) – (1985), Brasília (DF) – (1987), Parque Nacional Serra da Capivara (PI) – (1991), Centro Histórico de São Luís (MA) – (1997), Centro Histórico de Diamantina (MG) – (1999), Centro Histórico de Goiás (GO) – (2001), Praça São Francisco, na cidade de São Cristóvão (SE) – (2010), Rio de Janeiro, paisagens cariocas entre a montanha e o mar (2012).

Processo de candidatura
Para o reconhecimento como Patrimônio Mundial, o primeiro passo é a aceitação pela Unesco da inclusão do bem na Lista Indicativa do Patrimônio Mundial, que funciona como instrumento nacional de planejamento de preparação de candidaturas. Composta pela indicação do Iphan de bens culturais e mistos que integram a proposta brasileira, além da indicação de bens naturais pelos órgãos competentes, a lista indicativa nacional é apresentada pelo Brasil por meio de sua Delegação Permanente junto à UNESCO. A partir da apresentação e avaliação pelo Centro do Patrimônio Mundial, os bens entram ou não na lista indicativa a patrimônio mundial, sendo possível a continuação do processo de candidatura.

Após a inclusão do Conjunto Moderno da Pampulha na lista indicativa do Brasil em 1996, com o objetivo de mobilizar e estruturar o processo de candidatura, que foi efetivamente iniciado em dezembro de 2012, com a sinalização de interesse e compromisso por parte da prefeitura de Belo Horizonte (MG) junto à Presidência do Iphan para o seu desenvolvimento.

Assim, o Iphan favoreceu a constituição dos comitês técnico, estratégico e gestor, envolvendo diferentes atores de interesse, no nível municipal, estadual, do setor público e da sociedade civil. As atividades do Comitê Gestor contaram com a coordenação da Superintendência do Iphan em Minas Gerais (Iphan-MG) e da assistência técnica da Assessoria de Relações Internacionais do Instituto.

Desenho do arquiteto Oscar NiemeyerO dossiê de candidatura elaborado reúne informações e documentação técnica, apresentando argumentos referentes à autenticidade, integridade e ao valor universal excepcional do bem, assim como informações referentes à sua proteção, conservação e gestão. Após a conclusão do dossiê, em 2014, o documento foi entregue ao Iphan em cerimônia realizada na Pampulha no dia comemorativo da cidade, que, por meio da Delegação Permanente do Brasil na UNESCO, o apresentou ao Centro do Patrimônio Mundial.

Após a entrega, o dossiê passou por um processo de avaliação, em que foram observadas questões formais da candidatura. Aprovado, um especialista indicado pelo Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS) – órgão assessor para bens culturais junto ao Secretariado da Convenção do Patrimônio Mundial – foi enviado para uma missão de avaliação no local, com a tarefa de elaborar um parecer técnico para ser apresentado a uma comissão avaliadora de técnicos do ICOMOS. A última fase do trâmite é a avaliação final do Comitê do Patrimônio Mundial que, com base no parecer e no dossiê, decide ou não pelo reconhecimento do bem como Patrimônio Mundial.

Congonhas/MG comemora 30 anos do título de Patrimônio Mundial da Unesco

cong_mg_com_trint_anos00841

Foto: Welerson Athaydes

A cidade histórica de Congonhas, na região Central de Minas Gerais, sedia a partir do dia 17 de maio uma vasta programação cultural, em comemoração aos 30 anos do título de “Patrimônio Mundial”, conferido em 1985, pela UNESCO, ao Santuário de Bom Jesus de Matosinhos.

O secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo, estará presente na solenidade de abertura das comemorações no espaço cultural da Romaria, com o tradicional Festival da Quitanda que, nesta edição, destaca o “Patrimônio dos Sabores”, representado pelo resgate das receitas de quitandas da culinária mineira.

O conjunto histórico de Congonhas, construído na segunda metade do século 18, é singular por reunir, em um só lugar, uma Igreja em estilo rococó, além da obra-prima de Aleijadinho: os 12 profetas e as 64 estátuas com a representação dos Passos da Paixão de Cristo.

Organizadas pela Prefeitura Municipal, as atividades acontecem até 6 de dezembro – data oficial do anúncio do título –, com a cooperação  da UNESCO e apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Exposições, palestras, debates, festivais, inaugurações de espaços culturais, ações de reconceituação do sítio histórico e programas de educação patrimonial integram a agenda festiva ao longo do ano.

Um dos pontos altos da comemoração dos 30 anos do título de Patrimônio Mundial será a inauguração da nova sinalização interpretativa do sítio histórico em frente ao Santuário de Bom Jesus de Matosinhos.

Manual de preparação de candidaturas para o Patrimônio Mundial tem edição em português

Clique na imagem para ir ao site da UNESCO

O estudo, disponível em inglês e francês, pela UNESCO, agora possui versão em português e tem como objetivo tornar acessível ao público lusófono os conceitos, parâmetros e demais orientações relacionadas ao processo de inscrição de um bem cultural, natural ou misto à Lista do Patrimônio Mundial, no âmbito da Convenção de 1972.

Esse Manual de Referência está estruturado em cinco partes, incluindo informações sobre o conceito de Patrimônio Mundial, e as etapas para a formulação de uma candidatura e sua avaliação. O documento, além de ter sido editado em meio impresso, está disponível em meio digital no site da UNESCO no Brasil.

Existem muitas formas diferentes de preparar uma candidatura. A diversidade das estruturas administrativas e culturais vai necessariamente se refletir nas candidaturas.

Não seria adequado oferecer receitas ou recomendar um método de trabalho preferencial para a preparação de candidaturas. Há muitas boas formas de fazê-lo. No entanto, os órgãos consultivos consideram que existem alguns princípios básicos subjacentes que devem estar por trás de todas as boas candidaturas para garantir que os bens mais adequados sejam indicados, que os bens sejam representados da maneira mais eficaz possível dentro das candidaturas e que o próprio processo de candidatura contribua para a proteção, conservação e gestão efetiva do patrimônio natural e cultural:

  • ressaltar e explicar em termos simples conceitos-chave do Patrimônio Mundial;
  • enfatizar a atuação da equipe para o preparo de uma candidatura;
  • oferecer maior compreensão da abrangência do trabalho de preparação de uma candidatura;
  • oferecer informações e orientações sobre a compreensão do bem; e
  • orientar para o preparo do dossiê de candidatura ajudando a esclarecer as Orientações Técnicas.

O manual também oferece conselhos para propostas de extensão de um bem já considerado Patrimônio Mundial, já que uma extensão significativa é tratada como uma nova candidatura.

Este Manual serve principalmente para aqueles que estão envolvidos com o
desenvolvimento de candidaturas de bens para o Patrimônio Mundial. Ele também pode ser útil para a preparação de Listas Indicativas, e para outras iniciativas de listagem no patrimônio.

O manual pretende ser uma ferramenta para:

  • o aprendizado próprio;
  • oficinas de treinamento; e
  • instrução e educação.

Este manual é a tradução da segunda edição de seu original. A primeira
edição, de 2010, tomou como referência o título Operational Guidelines for the Implementation of the World Heritage Convention (2008). Este manual é baseado na nova versão das Orientações Técnicas (2011).

Até agora, este manual existe nas versões em inglêsfrancês e em português. Os títulos desta série são produzidos como documentos em PDF online, que podem ser acessados por download gratuito. Incentiva-se a reprodução gratuita/sem fins comerciais deste manual, conservando sempre os devidos créditos a sua fonte original.

Desde a adoção da Convenção do Patrimônio Mundial, em 1972, a Lista do Patrimônio Mundial vem evoluindo e crescendo continuamente. Com esse crescimento, surgiu a necessidade crucial de orientar os Estados-parte acerca da implementação da Convenção. Várias reuniões de especialistas e resultados de relatórios periódicos identificaram a necessidade de mais
treinamento focado e capacitação em áreas específicas nas quais os Estados-parte e os gestores de sítios listados como Patrimônio Mundial precisam de maior apoio. O desenvolvimento de uma série de manuais de referência do patrimônio mundial (World Heritage Resource Manuals) vem em resposta a essa necessidade.

A publicação desta série é um esforço conjunto dos três órgãos consultivos da Convenção do Patrimônio Mundial: International Center for the Study of the Preservation and Restoration of Cultural Property1 (ICCROM), Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS), União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) (ICCROM, ICOMOS and IUCN) e do Centro do Patrimônio Mundial da UNESCO como secretaria da Convenção.

Saiu no G1: Diários de Che Guevara viram patrimônio mundial da Unesco

Parte dos manuscritos de Che Guevara, em foto de arquivo de 2008 (Foto: AP)

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) decidiu incluir os manuscritos de Ernesto “Che” Guevara no Registro Memória do Registro Mundial, um projeto que reúne e protege quase 300 documentos e coleções de todos os cinco continentes.

Em cerimônia realizada em Havana, Cuba, na sexta-feira (19), com a presença da viúva, da filha e do filho de Che Guevara, a Unesco oficializou a inclusão dos diários de juventude e outros escritos originais do líder da Revolução Cubana.

Entre os documentos está o diário que ele manteve nas montanhas da Bolívia, onde ele foi executado, em 1967, por militares bolivianos.

As obras de Che Guevara estão entre as 54 novas inclusões do Projeto Memória do Registro Mundial neste ano. O projeto foi criado em 1997 e inclui registros como discos originais da música de Carlos Gardel até as listas de ouro dos exames imperiais da dinastia Qing chinesa.

Agora que foram reconhecidos como patrimônio mundial, os diários serão protegidos e cuidados com a ajuda da Unesco.

Via G1.com

Curso prepara professores para Educação Patrimonial

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico no Rio de Janeiro (IPHAN-RJ) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) são parceiros na realização do Curso da Paisagem Carioca: Paisagem, Patrimônio e Cidadania. Dirigido aos professores de geografia do ensino fundamental e médio da rede pública, o evento é a primeira ação para a viabilização de um projeto maior, que envolve as duas instituições, voltado para a valorização da cidadania e do patrimônio cultural do Estado por parte de alunos de várias faixas etárias.

O Rio de Janeiro foi recentemente inscrito na lista de Patrimônio Mundial, na categoria Paisagem Cultural, e é com base nesse título que o projeto pretende compreender o que significa para os alunos o lugar onde vivem, estimulando o reconhecimento e a atuação na paisagem como exercício de cidadania, mesmo que se situe fora da área valorada pela UNESCO. Mediante ações de educação patrimonial realizadas sobre imagens fotográficas, capturadas pelos estudantes e professores, apontando problemas e virtudes de seu bairro, pretende-se valorizar a cidadania e o nosso Patrimônio Cultural, através da discussão das razões para a seleção desses elementos e o que pode ser feito para a sua preservação ou transformação.

Pela metodologia em desenvolvimento, será solicitado a cada aluno que tire duas fotos: uma, que represente coisas boas que devem ser preservadas na paisagem de seu bairro; e outra, as coisas ruins que deveriam ser transformadas. Serão elaboradas pequenas legendas explicativas e esse conjunto de imagens, incluindo uma escolhida por toda a turma, será carregado em um blog (http://www.flickr.com). Professores e estudantes terão acesso, através da internet, ao material produzido por todos os envolvidos e, assim, através da análise e comparação, será produzida uma discussão sobre as diferentes características da paisagem cultural do Rio de Janeiro. A proposta de ação foi desenvolvida pelo Geoppol – Grupo de Estudos e Pesquisas em Política e Território – do Departamento de Geografia da UFRJ, através do Projeto de Extensão Rio Patrimônio – sentidos da Paisagem Carioca, aprovado no edital PROEXT do MEC e com parceria do IPHAN/RJ.

A Oficina
Com a carga horária de 20 horas, as palestras do Curso da Paisagem Carioca: Paisagem, Patrimônio e Cidadania têm por objetivo traçar estratégias, metodologias, além de estabelecer ações práticas que possam ser desenvolvidas com os alunos. Nos três primeiros encontros, especialistas falarão sobre os temas Paisagem, Patrimônio e Cidadania, Rio de Janeiro como Patrimônio Mundial e Educação Patrimonial. No último dia, será a vez da atividade Oficina Paisagem Carioca, durante a qual será realizado o treinamento dos professores, o aprimoramento das propostas, a saída a campo para a captação das suas imagens e a respectiva alimentação do banco de dados.

O evento acontecerá no auditório da sede do IPHAN/RJ, localizada na Avenida Rio Branco, 46, no Centro do Rio de Janeiro, sempre às sextas-feiras, dias 26 de abril e 3, 10 e 17 de maio, das 13h às 16h30min.

Informações e inscrições:
riopaisagemcultural@yahoo.com.br.
Os professores deverão fornecer nome completo, telefone, formação, escolas e segmentos de ensino em que atuam.