Prefeitura do Rio de Janeiro: Não à rodoviária no Palácio Imperial! Salve a memória do Brasil!

O prefeito do Rio de Janeiro quer fazer uma rodoviária de grande porte no local das antigas Cavalariças Imperiais, exatamente ao lado de patrimônio tombado como a Quinta da Boa Vista (antigos Jardins Imperiais) e o Paço Imperial de São Cristóvão (hoje o Museu Nacional).

O local serviu de sede para a nossa corte Luso-Brasileira (residência de D. João VI, D. Pedro I, D. Pedro II….).

Como o entorno histórico obviamente não resistirá ao afogamento por este tsunami de trânsito de ônibus, o plano contemplaria construir viadutos (!!!) em volta deste patrimônio nacional.

O  plano original era transformar o espaço em área pública de lazer, mantendo suas características de época. Seria uma benção pois a Zona Norte do Rio é uma das mais carentes de áreas verdes.

A ameaça:

A área pública das Cavalariças Imperiais passou por uma privatização de forma obscura e apressada, sem qualquer debate público.

Não houve qualquer estudo de impacto viário, pré-requisito básico.

Os órgãos de proteção de patrimônio (IPHAN, por exemplo) não foram informados do projeto.

A pouca exposição dada ao projeto pela imprensa, ignora por completo o genocídio cultural e histórico. Você já imaginou emparedar o Louvre em Paris com viadutos e rodoviárias, só porque ele está numa região central daquela cidade?

Este projeto, que é tocado quase em segredo, pode ser detido APENAS através da exposição pública. APENAS uma reação da sociedade pode evitar este desastre. Tantas omissões já obrigariam a administração pública a rever o projeto se este for efetivamente exposto.

O timing não poderia ser melhor: a poucos dias das Olimpíadas nesta cidade, a exposição de tal aberração urbanística surtiria mais efeito pois estaríamos sob mais holofotes nacional e internacionalmente.

Agradecemos o apoio com sua assinatura!  Uma área verde pública não pode virar uma rodoviária no coração histórico do Brasil!

ASSINE AQUI O ABAIXO-ASSINADO

fonte: Defender.org

Sítio Roberto Burle Marx participa de projeto de ressocialização

Na tarde do próximo dia 22 de novembro, o Sítio Roberto Burle Marx, no Rio de Janeiro, receberá para uma visita mediada especial e gratuita, doze adultos em situação de rua e vulnerabilidade. O grupo atendido pelo Centro Pop Bárbara Calazans, órgão público vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (RJ).

O Centro Referência, especializado no atendimento à população de rua, desenvolve trabalho com base no acesso à cultura, realizando visitas a instituições. De acordo com a pedagoga Patricia Tolmasquim, responsável por essa iniciativa, os resultados das visitas têm sido extremamente positivos.

O Sítio Roberto Burle Marx, do Instituto do patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), ao se oferecer como local de visitação espera contribuir para o desenvolvimento do trabalho e para a ressocialização das pessoas atendidas.

Paço Imperial lança livreto com registros de 60 obras de Beatriz Milhazes

O catálogo Meu Bem, de Beatriz Milhazes, será lançado às 18h desta quinta-feira (24), no Paço Imperial, Centro Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

A publicação originada da exposição de mesmo nome traz um panorama da produção da artista e reúne mais de 60 obras entre pinturas, colagens e gravuras, além de um grande móbile concebido especialmente para o espaço.

Na ocasião, será realizado um bate-papo com Beatriz Milhazes e Lauro Cavalcanti, diretor da Instituição na sala Academia dos Felizes com capacidade para 80 pessoas.  As senhas serão distribuídas ao público partir das 17h. A exposição seguirá para o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, onde ficará de 21 de novembro de 2013 a 23 de fevereiro de 2014.

Confira aqui o convite.

Serviço:
Lançamento do Catálogo Meu Bem – Beatriz Milhazes
Data:
 24 de Outubro de 2013.
Horário: 18h
Local: Paço Imperial – Praça XV de Novembro  48 – Centro – Rio de Janeiro/RJ

Poço Redondo é tema de exposição no Rio

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em conjunto com o Ministério da Cultura e o Centro Nacional de Folclore inauguram a exposição da Sala do Artista Popular Fios de Tradição em Poço Redondo, de 29 de agosto a 29 de setembro no Rio de Janeiro/RJ.

O mote é a região do estado de Sergipe conhecida como o Sertão do São Francisco. Numa perspectiva histórica, a Grota de Angico, é o segundo maior destino turístico da região, por ser o local em que o rei do cangaço, Lampião, e integrantes de seu bando foram capturados pelas forças volantes nos idos de 1938.

Os trabalhos artesanais produzidos pelas mulheres do sertão de Sergipe tinham traços e registros marcantes desde o Século XIX sendo comum ouvir relatos de lenços bordados por encomenda para cangaceiros de renome. As obras compõem um variado repertório visual composto por peças de vestuário, enfeites de cabelo, panos de bandeja, cortinas, roupas de mesa e banho surge pelas mãos das rendeiras e bordadeiras, que ao longo de gerações fazem do entrelaçamento de fios uma forma de expressão.

Histórico
Em Poço Redondo, sentadas próximo às janelas para aproveitar a luminosidade, as rendeiras chamam a atenção de quem passa pelo local. No povoado de Sítios Novos, não muito distante da sede do município, é grande o número de mulheres que, uma após outra geração, vêm se dedicando a ornar os cortes de pano com fios que se entrecruzam e entremeiam tecidos em composições graciosas. Os pontos mais frequentes são o ponto-cruz e o rendendê, que na década de 1970 ganhou visibilidade, chegando a ser conhecido como a renda sergipana.

Um variado repertório visual composto por peças de vestuário, enfeites de cabelo, panos de bandeja, cortinas, roupas de mesa e banho surge pelas mãos das rendeiras e bordadeiras, que ao longo de gerações fazem do entrelaçamento de fios uma forma de expressão.

Confira aqui o convite.

Serviço:
Fios de Tradição em Poço Redondo
Local:
Sede do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular – Rua do Catete 179, Rio de Janeiro/RJ.
Data: 29 de agosto a 29 de setembro de 2013.
De terça a sexta, de 11 às 18h. Aos sábados, domingos e feriados, de 15 às 18h.

Centro Lucio Costa promove encontro com países sul-americanos no Rio

O Centro Lucio Costa (CLC), centro regional de formação em gestão do Patrimônio administrado pelo Departamento de Articulação e Fomento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (DAF/IPHAN) promove sua primeira reunião com países sul-americanos no dia 06 de setembro, no Paço Imperial, no Rio de Janeiro. Durante o encontro será apresentado o Programa de Formação do Centro, elaborado por técnicos do CLC e do IPHAN, já incorporada de sugestões do Comitê Gestor de Implantação,  desenvolvido a partir de três suportes: atividades de pesquisa, atividades curriculares e atividades de difusão. O documento também recebeu a consultoria de vários especialistas em educação e gestão patrimonial, que atuam no Brasil.

O encontro é decorrente do Projeto de Cooperação Técnica celebrado entre o Governo Brasileiro e a Unesco, em agosto de 2011, cujos objetivos são a troca de conhecimentos a respeito das realidades, demandas e possibilidades de cada um dos Estados participantes. Além da equipe técnica do CLC e do IPHAN participam do encontro os representantes dos países que fazem parte do Centro: Alberto Andrés Petrina – Secretaria de Cultura, Argentina; Emilio Pablo de la Cerda Errázuriz – Conselho de Monumentos Nacionais, Chile; Juan Diego Badillo Reyes – Ministério da Cultura e Patrimônio, Equador;  Ana María Hoyle Montalva – Ministério da Cultura, Peru;  Alberto Quintela Peruzzo – Ministério da Educação e  Cultura, Uruguai; Juan Carlos León Hernandez – Instituto do Patrimônio Cultural, Venezuela;  e Clarisse María Sol Insfrán Echauri – Direção Geral de Patrimônio Cultural, Paraguai.

A Gestão Patrimonial
O Centro Lucio Costa, com sede no Rio de Janeiro, é um Centro de Categoria II da UNESCO, vinculado ao IPHAN. Tem por objetivo promover a cooperação regional entre os 17 países de língua oficial portuguesa e espanhola da África (Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique e São Tomé e Príncipe), da América do Sul (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) e da Ásia (Timor Leste) visando a ampliação da capacidade de gestão das instituições envolvidas na preservação de bens culturais e naturais.

O CLC tem entre suas metas a promoção de uma rede mundial de instituições, organizações e especialistas dedicados ao campo da preservação na Região; o apoio à produção e compartilhamento de conhecimentos e práticas relativos à salvaguarda e gestão do patrimônio cultural e natural; bem como a realização das metas da Agenda 21 e das questões pertinentes ao patrimônio no âmbito da Cooperação Sul-Sul, em parceria com os programas da UNESCO de mesma finalidade.

Serviço:
Encontro com Países Sul-americanos no Centro Lucio Costa

Data: de 06 de setembro de 2013
Local: Centro Cultural Paço Imperial
Praça XV de Novembro, 48 – Centro
Rio de Janeiro – RJ

Paisagem Histórica Urbana é debatida por especialistas internacionais no Rio de Janeiro

A cidade do Rio de Janeiro, Patrimônio Mundial, sediará o Encontro Internacional de Especialistas em Paisagem Histórica Urbana, promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em parceria com o Centro do Patrimônio Mundial, e o apoio do Centro Lucio Costa (CLC). O encontro que acontecerá no Centro Cultural Paço Imperial, de 03 a 05 de setembro, ocorre em função da Decisão 36 COM 13.II do Comitê do Patrimônio Mundial (São Petersburgo, 2012). Os especialistas vão trabalhar visando à incorporação do enfoque metodológico da Paisagem Histórica Urbana nas Diretrizes Operacionais para a Aplicação da Convenção do Patrimônio Mundial, de 1972, da UNESCO.

Os principais objetivos da reunião são a identificação de formas de integrar a metodologia e o enfoque realizado pela Recomendação sobre a Paisagem Histórica Urbana, aprovada na Conferência Geral daquela organização em 2011, nas Diretrizes Operacionais e revisar textos relacionados. A reunião também contribuirá para uma melhor compreensão dessa Recomendação como um instrumento normativo da UNESCO e uma ferramenta para alcançar melhor integração da preservação do patrimônio cultural nas políticas de desenvolvimento. Os resultados do encontro serão apresentados ao Comitê do Patrimônio Mundial, durante a 38ª Sessão, em junho de 2014, em Doha, Catar.

Estarão presentes no Encontro Internacional de Especialistas em Paisagem Histórica Urbana dois representantes por região, indicados pela UNESCO, em consulta aos organismos multilaterais de representação regional dos Estados Parte que ratificaram a Convenção (Europa Ocidental e Estados Unidos da América; Europa do Leste; América Latina e Caribe; Ásia e Pacífico; África; e Estados Árabes), o Diretor do Centro do Patrimônio Mundial, cinco especialistas da UNESCO, um representante do ICOMOS e um do ICCROM. Participam também a direção do IPHAN, especialistas do Brasil e representantes dos órgãos de preservação dos países do MERCOSUL.

A realização desse encontro no Rio de Janeiro resulta do seu reconhecimento pelo Comitê do Patrimônio Mundial (São Petersburgo, 2012), como uma paisagem cultural de valor universal excepcional para a humanidade, e do que esse reconhecimento como Patrimônio Mundial implica no âmbito de sua gestão. Será um momento para o intercâmbio de informações e experiências entre os participantes que atuam no campo da gestão de sítios urbanos, na perspectiva da paisagem cultural.

Serviço:
Encontro Internacional de Especialistas em Paisagem Histórica Urbana

Data: de 03 a 05 de setembro de 2013
Local: Centro Cultural Paço Imperial
Praça XV de Novembro, 48 – Centro
Rio de Janeiro – RJ

Paço Imperial recebe a maior mostra já dedicada aos trabalhos de Beatriz Milhazes

Após onze anos, Beatriz Milhazes volta a expor no Rio de Janeiro. No dia 29 de agosto será inaugurada no Paço Imperial, Centro Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), prédio histórico localizado no centro da cidade, a mais abrangente mostra panorâmica de sua produção, reunindo mais de 60 obras, entre pinturas, colagens e gravuras, além de um grande móbile concebido especialmente para o espaço.

Com patrocínio do Banco Itaú e da empresa norueguesa de energia Statoil, curadoria do crítico francês Frédéric Paul e realização da Base7 Projetos Culturais, a exposição Meu Bem apresentará um conjunto dos trabalhos mais marcantes da artista desde o final dos anos 1980, provenientes de diversas coleções públicas e particulares, do Brasil e do exterior. Após a temporada carioca, prevista para terminar em 27 de outubro, a mostra seguirá para o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, onde ficará de 21 de novembro de 2013 a 23 de fevereiro de 2014. Ainda no mês de novembro, a galeria paulistana Fortes Vilaça, que representa a artista, exibirá seus trabalhos mais recentes. Para 2014, está prevista a primeira mostra itinerante de Beatriz Milhazes por museus norte-americanos, tendo como ponto de partida o Pérez Art Museum Miami – PAMM, além dos lançamentos do catálogo raisonné de sua obra, em edição de luxo pela Taschen, e de um documentário sobre a sua trajetória dirigido por José Henrique Fonseca.

As últimas grandes exposições institucionais de Beatriz Milhazes no Brasil aconteceram em 2002 (CCBB-RJ) e 2008 (Pinacoteca do Estado – SP). Apesar de a artista ter continuado a expor sua produção recente em mostras esporádicas em sua galeria paulistana, intercalando-as com uma movimentada agenda internacional, Meu Bem é uma oportunidade única de rever obras históricas, conhecer os últimos desdobramentos de sua produção e identificar neste vasto conjunto alguns dos fios condutores, procedimentos e estratégias compositivas que a tornaram um dos grandes destaques da arte contemporânea no mundo neste início do século XXI. Ao longo dos últimos anos, ela participou de diversas bienais, como as de Veneza e de São Paulo, e realizou 30 individuais em onze países, com destaque para as da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa) e da Fondation Cartier (Paris), além de dezenas de coletivas, entre elas a mostra The Encounters in the 21st Century: Polyphony – Emerging Resonances, no 21st Century Museum of Contemporary Art (Kanazawa, Japão).

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Atelier de Pintura de Roberto Burle Marx, no Rio de Janeiro, será reaberto ao público

Idealizado pelo próprio Roberto Burle Marx como um espaço para desenvolver seus trabalhos de pintura e escultura e para ser um lugar voltado para cursos de artes, botânica e paisagismo, o Ateliê do artista e paisagista será reaberto ao público e voltará a ser um local de difusão cultural, onde serão realizados concertos, saraus e outras atividades. A cerimônia de abertura que acontece no sábado, dia 3 de agosto, no Sítio Roberto Burle Marx (SRBM), em Guaratiba, no Rio de Janeiro, também celebra o aniversário de nascimento de Burle Marx, que completaria 104 anos no dia 4. O evento, para convidados, conta com a presença da presidenta do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Jurema Machado, e inclui a exibição, em pré-estreia, do primeiro filme da série Expedições Burle Marx, realizada pela produtora Camisa Listrada para veiculação pela TV Brasil. A partir de segunda-feira, dia 5 de agosto, o espaço será reintegrado ao roteiro de visitação do SRBM.

O trabalho de restauro durou quatro anos (2009-2013), e foi realizado com recursos do IPHAN e com o apoio do edital público Projetos e Acervos, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Foram recuperados cerca de 1,6 mil desenhos e 12 telas de Burle Marx. A obra incluiu também a reforma das principais partes do edifício.

Ao visitar o SRBM, além do generoso espaço arquitetônico com amplas esquadrias e iluminação zenital, o visitante poderá apreciar objetos das coleções de Roberto Burle Marx e também obras produzidas por ele especialmente para o Ateliê: um conjunto de quadros a óleo sobre tela, um painel de azulejos e uma grande tapeçaria. O edifício incorpora uma fachada com arcos e guarnições em cantaria que havia sido adquirida por Roberto Burle Marx de uma antiga construção oitocentista, demolida no centro do Rio de Janeiro, mantendo o desenho de sua construção original. O projeto de arquitetura, desenvolvido entre 1991 e 1994, é de Acácio Gil Borsoi e o interior foi decorado por Janete Costa. A restauração arquitetônica proporcionou ao edifício condições adequadas de preservação e conservação do acervo, garantindo a segurança e a qualidade ambiental ao local.
Burle Marx não chegou a utilizar o Ateliê como pretendia. Ele faleceu em agosto de 1994, antes da conclusão da obra.

Confira o convite [Aqui]

Serviço:
Reinauguração do Atelier Roberto Burle Marx

Data: 3 de agosto de 2013, às 14h
Local: Sítio Roberto Burle Marx
Estrada Roberto Burle Marx, 2019, em Barra de Guaratiba, Rio de Janeiro – RJ.
Visitas: A partir do dia 5 de agosto de 2013
Terça a sábado, às 9h30 e às 13h30, exceto aos domingos e feriados.
As visitas devem ser agendadas, com antecedência, pelo telefone (21) 2410-1412.

Exposição no Rio de Janeiro une fé e artesanato

O Ministério da Cultura, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) convidam para a inauguração da exposição Motivos de Fé, na próxima quinta-feira, 04 de julho.

A mostra de arte e artesanato ressalta o fluxo das trocas simbólicas entre vida e afirmação da fé, presentes ora nas imagens esculpidas em madeira e barro, ora elaboradas em tecido e bordados dos estandartes, ou nos presépios e pêssankas.

As visitas poderão ser feitas de terça a sexta das 11h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados das 15 às 18h. Exemplares da Exposição também estarão à venda.
Confira o convite aqui

Serviço:
Data:
4 de Julho
Horário: 17h
Local: Sala do Artista Popular
Endereço: Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular – Rua do Catete, 179, Catete. Rio de Janeiro.
Informações: www.cnfcp.gov.br

Estrada de ferro Mauá-Fragoso, no Rio de Janeiro, terá gestão compartilhada

Estação Guia de Pacobaíba, na Praia de Mauá, parte do conjunto arquitetônico da primeira ferrovia do país. Foto: William de Moura / O Globo

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Rio de Janeiro (IPHAN-RJ) e o governo municipal de Magé (RJ) firmam nesta quarta-feira, 26 de junho, o Acordo de Cooperação Técnica para o desenvolvimento de atividades relativas à gestão compartilhada do patrimônio arquitetônico, artístico e cultural da estrada de ferro Mauá-Fragoso.

O objetivo é contribuir com a preservação sustentável do patrimônio tombado federal no município de Magé e com Preservação da Memória Ferroviária Brasileira, bem como colaborar com os demais entes públicos e privados, no estabelecimento de uma gestão compartilhada na região.

A ferrovia Mauá-Fragoso foi a primeira do Brasil construída em 1854 por iniciativa de Irineu Evangelista de Sousa – o Barão de Mauá, em um percurso de cerca de 14 km. Em 30 de abril de 1954, no ano de seu centenário, a Estrada de Ferro Mauá Fragoso foi considerada Monumento Histórico Nacional, através do Decreto nº 35.447-A do então Presidente da República Getúlio Vargas, e tombada pela Secretaria de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN).

A solenidade que acontece às 10h no saguão do Palácio Anchieta, sede do governo Mageense, contará com participação de Cristina Lodi, superintendente do IPHAN no Estado do Rio de Janeiro; Jorge Feijó, da Secretaria Estadual de Planejamento; a superintendente do Patrimônio do Estado do Rio de Janeiro (SPU/RJ), Marina Esteves; e Lauro Coelho, do Ministério Público.

Carlos Scliar é tema de oficina em Cabo Frio, no Rio de Janeiro

Carlos Scliar – “Paisagem XXXIII – Ouro Preto”

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Rio de Janeiro (IPHAN-RJ) na Região dos Lagos e a Universidade Estácio de Sá, em Cabo Frio, promovem na quarta-feira dia 26 de junho, às 16 horas, mais uma edição da Oficina de Estudos da Preservação Cabo Frio com a palestra Acervo Carlos Scliar – sua história e o projeto de preservação e memória. A palestra proferida por Regina Lamenza, bibliotecária e  presidente do Instituto Cultural Carlos Scliar, e Paulo Roberto Pinto de Aráujo, historiador pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ-IFCS) apresentará aspectos da vida e obra do gravurista e pintor, evidenciando as características de sua arte e militância política. Com entrada franca, o evento também abordará sobre as bases do projeto Digitalização do acervo do Instituto Cultural Carlos Scliar, selecionado e patrocinado pelo Programa Petrobras Cultural em 2010 que chega agora ao final de sua primeira etapa, buscando dar continuidade à divulgação da obra do pintor e de seus ideais.

Serviço:
Palestra: Acervo Carlos Scliar – sua história e o projeto de preservação e memória
Data: 26 de junho de 2013
Horário: 16h
Local: Auditório da Universidade Estácio de Sá – Campus Cabo Frio, situado na Rodovia General Alfredo Bruno Gomes Martins s/nº – lote 19 – Bairro Braga – Cabo Frio/RJ
Contato: memoriadoslagos@gmail.com

Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular promove conversa sobre museus etnográficos: diálogos contemporâneos

Com o objetivo de promover debates sobre temas relacionados às culturas populares o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) convida para o projeto Um dedo de Prosa – museus etnográficos: diálogos contemporâneos.

Neste ano, o foco das discussões será o museu etnográfico, seus diálogos e dilemas no contexto contemporâneo. O evento acontecerá no próximo dia 27 de junho, das 16h às 18h, na Biblioteca Amadeu Amaral. As inscrições podem ser feitas pelo email: pesq.folclore@iphan.gov.br.

Veja o convite [Aqui]

Serviço:
Um dedo de Prosa – museus etnográficos: diálogos contemporâneos.

Local: Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP/IPHAN)
Endereço: Rua do Catete 179, Rio de Janeiro
Data: 27 de junho de 2013
Hora: 16:00 às 18:00

Livro sobre o Palácio Gustavo Capanema será lançado no Rio de Janeiro

A Editora Romano Guerra lança nesta segunda-feira, dia 10 de junho, às 17h30, no Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro, o livro Ministério da Educação e Saúde: ícone urbano da modernidade brasileira (1935 – 1945), organizado por Roberto Serge. A publicação, que contem 544 páginas com textos, fotos e ilustração, foi patrocinada pelas empresas Vale, Caixa Econômica Federal e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo com o apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Fundação Le Corbusier e Projeto Portinari.

O livro faz uma análise dos fatores arquitetônicos, culturais e políticos que culminaram na síntese definida pela linguagem do prédio Palácio Gustavo Capanema, que sintetiza a adaptação local do Movimento Moderno europeu, além de sua significação urbanística que teve uma importante influência no desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro. A sede do Ministério da Educação e Saúde Pública (atual Palácio Capanema), projetada por uma equipe de arquitetos como – Oscar Niemeyer, Carlos Leão, Ernani Vasconcelos, Affonso Reidy, Jorge Machado Moreira e Burle Marx – sob a direção de Lucio Costa e com a colaboração do mestre francês Le Corbusier, é considerada um dos mais importantes exemplos de arquitetura moderna no mundo.

As inovações apresentadas, como a leveza do prédio pelo uso dos pilotis; a sua disposição livre no terreno do quarteirão na Esplanada do Castelo, que abre uma nova tipologia urbanística; a grande fachada de vidro que é a primeira curtain-wall da América Latina; a utilização dos brise-soleil móveis na fachada insolada; e a presença de artistas plásticos brasileiros da vanguarda com pinturas, murais, esculturas e um dos primeiros desenhos originais de áreas  verdes, elaborado pelo paisagista Burle Marx, fazem deste edifício um ícone da arquitetura moderna brasileira e latinoamericana.

Mesmo antes da sua inauguração em 1945, o edifício apareceu em inúmeras revistas e livros nacionais e estrangeiros, assim como foi citado em todos os ensaios de história da arquitetura moderna do Brasil e da América Latina. No entanto, não há um livro que documente, não só a história da sua concepção, mas também seus aspectos, características e particularidades técnicas, estruturais, funcionais, formais, espaciais, artísticas e estéticas.

Sobre o autor
Roberto Segre (Milão, 1934 – Niterói, 2013), de nacionalidade ítalo-argentina, residiu na Itália (1934-1939), Argentina (1939- 1963), Cuba (1963-1994) e Brasil (1994-2013). Doutor em Ciências das Artes, Havana, e Doutor em Planejamento Regional e Urbano, Rio de Janeiro. Encerrou sua carreira com Professor Titular no Programa de Pós-Graduação em Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Prourb FAU UFRJ) e Pesquisador 1A do CNPq.

Veja o convite do lançamento clicando aqui
Assista ao vídeo do IPHAN-RJ sobre o Palácio Gustavo Capanema clicando aqui

Serviço:
Lançamento do livro: Ministério da Educação e Saúde: ícone urbano da modernidade brasileira (1935 – 1945)

Data: 10 de junho de 2013, às 17h30
Local: Palácio Gustavo Capanema – Auditório Gilberto Freyre
Rua da imprensa, 16 – Centro
Rio de Janeiro – RJ

III Semana Fluminense do Patrimônio acontecerá em agosto

Os Valores do Patrimônio Cultural em Risco será o tema da III Semana Fluminense do Patrimônio a ser realizada de 16 a 25 de agosto, no Rio de Janeiro. A edição anterior, ocorrida em 2012, teve como tema a Sustentabilidade e resultou na Declaração de Vassouras onde estão relacionados princípios e diretrizes capazes de colaborar, tanto com os órgãos públicos quanto com a população em geral, para a preservação sustentável do patrimônio cultural material e imaterial do Estado.

A III Semana Fluminense do Patrimônio contará com a presença do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, do Museu do Meio Ambiente/JBRJ, da Fundação Casa de Ruy Barbosa, do Museu de Astronomia e Ciências Afins/Mast, do Museu nacional/UFRJ, o Inepac e do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro.

Frevando no Centro Cultural Cartola

Nos próximos dias 19 (a partir das 14h) e 21 de abril (a partir das 16h) o Centro Cultural Cartola vai reunir, em sua sede, duas manifestações consideradas patrimônio cultural imaterial brasileiro: o samba e o frevo, este também patrimônio da humanidade.

O evento contará com um seminário, oficinas e apresentações em vídeo e ao vivo, com a participação do Clube Carnavalesco Mixto (com x, mesmo) São Malaquias, de Recife, de bonecos gigantes e de passistas dos dois ritmos.

Frevando no Centro Cultural Cartola tem apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Cultural (IPHAN/MinC) e da Superintendência de Museus da Secretaria de Estado de Cultura. O espaço fica na Rua Visconde de Niterói, 1296, na comunidade da Mangueira, e a entrada é franca.

Mais informações: Centro Cultural Cartola – 21 3234-5777

Curso prepara professores para Educação Patrimonial

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico no Rio de Janeiro (IPHAN-RJ) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) são parceiros na realização do Curso da Paisagem Carioca: Paisagem, Patrimônio e Cidadania. Dirigido aos professores de geografia do ensino fundamental e médio da rede pública, o evento é a primeira ação para a viabilização de um projeto maior, que envolve as duas instituições, voltado para a valorização da cidadania e do patrimônio cultural do Estado por parte de alunos de várias faixas etárias.

O Rio de Janeiro foi recentemente inscrito na lista de Patrimônio Mundial, na categoria Paisagem Cultural, e é com base nesse título que o projeto pretende compreender o que significa para os alunos o lugar onde vivem, estimulando o reconhecimento e a atuação na paisagem como exercício de cidadania, mesmo que se situe fora da área valorada pela UNESCO. Mediante ações de educação patrimonial realizadas sobre imagens fotográficas, capturadas pelos estudantes e professores, apontando problemas e virtudes de seu bairro, pretende-se valorizar a cidadania e o nosso Patrimônio Cultural, através da discussão das razões para a seleção desses elementos e o que pode ser feito para a sua preservação ou transformação.

Pela metodologia em desenvolvimento, será solicitado a cada aluno que tire duas fotos: uma, que represente coisas boas que devem ser preservadas na paisagem de seu bairro; e outra, as coisas ruins que deveriam ser transformadas. Serão elaboradas pequenas legendas explicativas e esse conjunto de imagens, incluindo uma escolhida por toda a turma, será carregado em um blog (http://www.flickr.com). Professores e estudantes terão acesso, através da internet, ao material produzido por todos os envolvidos e, assim, através da análise e comparação, será produzida uma discussão sobre as diferentes características da paisagem cultural do Rio de Janeiro. A proposta de ação foi desenvolvida pelo Geoppol – Grupo de Estudos e Pesquisas em Política e Território – do Departamento de Geografia da UFRJ, através do Projeto de Extensão Rio Patrimônio – sentidos da Paisagem Carioca, aprovado no edital PROEXT do MEC e com parceria do IPHAN/RJ.

A Oficina
Com a carga horária de 20 horas, as palestras do Curso da Paisagem Carioca: Paisagem, Patrimônio e Cidadania têm por objetivo traçar estratégias, metodologias, além de estabelecer ações práticas que possam ser desenvolvidas com os alunos. Nos três primeiros encontros, especialistas falarão sobre os temas Paisagem, Patrimônio e Cidadania, Rio de Janeiro como Patrimônio Mundial e Educação Patrimonial. No último dia, será a vez da atividade Oficina Paisagem Carioca, durante a qual será realizado o treinamento dos professores, o aprimoramento das propostas, a saída a campo para a captação das suas imagens e a respectiva alimentação do banco de dados.

O evento acontecerá no auditório da sede do IPHAN/RJ, localizada na Avenida Rio Branco, 46, no Centro do Rio de Janeiro, sempre às sextas-feiras, dias 26 de abril e 3, 10 e 17 de maio, das 13h às 16h30min.

Informações e inscrições:
riopaisagemcultural@yahoo.com.br.
Os professores deverão fornecer nome completo, telefone, formação, escolas e segmentos de ensino em que atuam.

Festa do Divino de Paraty – RJ é o mais novo Patrimônio Cultural Brasileiro

Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, reunido na sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em Brasília, aprovou nesta quarta-feira, dia 3 de abril, o Registro da Festa do Divino Espírito Santo de Paraty, no Rio de Janeiro, como Patrimônio Cultural Brasileiro. A proposta para a proteção da manifestação cultural foi encaminhada ao Departamento de Patrimônio Imaterial (DPI/IPHAN) pelo Instituto Histórico e Artístico de Paraty (IHAP), com a anuência da comunidade.

De acordo com o parecer do DPI sobre a festividade (em anexo no final da página), trata-se de uma celebração representativa da diversidade e da singularidade, com elementos próprios, fundamental para a construção e afirmação da identidade cultural do paratiense. A Festa possui, ainda, relevância nacional, na medida em que traz elementos essenciais para a memória, a identidade e a formação da sociedade brasileira, além de ser uma referência cultural dinâmica e de longa continuidade histórica.

Paraty e a Festa do Divino
A celebração do Espírito Santo é uma manifestação cultural e religiosa, de origem portuguesa, disseminada no período da colonização e ainda hoje presente em todas as regiões do Brasil, com variações em torno de uma estrutura básica: a Folia, a Coroação de um imperador, e o Império do Divino, símbolos principais do ritual. As festas do Divino constituem-se numa relação de troca com a divindade. São festas de agradecimento, de pagamento de promessas, de cooperação entre os indivíduos da comunidade.

Em Paraty, a festa vem incorporando outros ritos e representações que agregam elementos próprios e específicos relacionados à história e à formação de sua sociedade. É uma celebração profundamente enraizada no cotidiano dos moradores, um espaço de reiteração de sua identidade e determinante dos padrões de sociabilidade local. Constituída por vários rituais religiosos e expressões culturais, a Festa se realiza a cada ano, iniciando no Domingo de Páscoa com o levantamento do mastro. Suas manifestações e rituais ocorrem ao longo da semana que antecede o Domingo de Pentecostes, principal dia da festa. A celebração propicia momentos importantes, símbolos de caridade e de colaboração entre a comunidade, como o almoço do Divino, a distribuição de carne abençoada e de doces.

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Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural avalia proteção de dois novos bens

O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural estará reunido em Brasília, no próximo dia 3 de abril, para o primeiro encontro de 2013. Na pauta, além de temas administrativos, estão a proposta de tombamento do Edifício A Noite, na cidade do Rio de Janeiro, e o Registro como Bem Cultural do Brasil da Festa do Divino Espirito Santo, de Paraty, também no estado do Rio.

Em 2012, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural aprovou o tombamento dos Centros Históricos de Antonina (PR), Manaus (AM), Oeiras e Piracuruca (PI), do Conjunto da Estação Ferroviária de Teresina (PI), e das pontes Affonso Penna (GO) e Eurico Gaspar Dutra (MS). Os conselheiros também aprovaram o Registro como Patrimônio Cultural do Brasil do Ofício e Modos de Fazer as Bonecas Karajá (GO/TO) e do Fandango Caiçara do litoral de São Paulo e do Paraná.

Edifício A Noite

Vista aérea do Edifício “A Noite”, de 1930 – Extraída do livro “Rio de Janeiro 1900-1930″, de George Ermakoff

Dominando a Praça Mauá, no Centro do Rio de Janeiro, o Edifício A Noite lembra os anos de glória da região, quando artistas, empresário e políticos eram atraídos pela vida em torno de multinacionais, agências de notícias, consulados e principalmente da Rádio Nacional. Em 1928, o antigo Liceu Literário Português deu espaço a um edifício de 102 metros de altura, com 22 pavimentos e estrutura em concreto armado, edificado para abrigar o Jornal A Noite, um projeto do francês Joseph Gire, autor do hotel Copacabana Palace e do Palácio Laranjeiras, e do arquiteto brasileiro Elisário Bahiana, tendo Emilio Baumgart como calculista estrutural. Em seus andares estabeleceram-se sedes de empresas multinacionais, das agências de notícias La Prensa e United Press Association, além dos famosos estúdios da antiga Rádio Nacional, reconhecida nacionalmente pela produção de novelas e divulgação de artistas nacionais, eternamente associados à época em que o edifício era foco de uma vida alegre e boêmia. (para saber mais, clique aqui)

Festa do Divino Espírito Santo de Paraty

A celebração do Espírito Santo é uma manifestação cultural e religiosa, de origem portuguesa, disseminada no período da colonização e ainda hoje presente em todas as regiões do Brasil, com variações em torno de uma estrutura básica: a Folia, a Coroação de um imperador, e o Império do Divino, símbolos principais do ritual. Em Paraty, a Festa do Divino vem incorporando outros ritos e representações que agregam elementos próprios e específicos relacionados à história e à formação de sua sociedade. É uma celebração profundamente enraizada no cotidiano dos moradores, um espaço de reiteração de sua identidade e determinante dos padrões de sociabilidade local.

Paratynautica.com

Realizada a cada ano, iniciando no Domingo de Páscoa, suas manifestações e rituais ocorrem ao longo da semana que antecede o Domingo de Pentecostes, principal dia da festa. (para saber mais, clique aqui)

O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
O Conselho que avalia os processos de tombamento e registro é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 22 conselheiros, que representam o Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB, o Conselho Internacional de Monumentos e Sítios – Icomos, a Sociedade de Arqueologia Brasileira – SAB, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama, o Ministério da Educação, o Ministério das Cidades, o Ministério do Turismo, o Instituto Brasileiro dos Museus – Ibram, a Associação Brasileira de Antropologia – ABA, e mais 13 representantes da sociedade civil, com especial conhecimento nos campos de atuação do IPHAN.

Serviço: Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Dia:
3 de abril de 2013, de 10h às 18h
Local: Sede do IPHAN
SEPS 713/913 Bloco D – Ed IPHAN – Asa Sul
Brasília – DF

Boa notícia : Museu do Trem reabre no Rio de Janeiro

Com mais de mil itens, o acervo, que passou por criterioso inventário, abrange equipamentos ferroviários, utensílios, mobiliário e até locomotivas como a Baroneza, construída na Inglaterra, movida a vapor e a primeira a trafegar na estrada de ferro de Petrópolis.

Outros destaques são um vagão usado pelo ex-presidente Getúlio Vargas e outro onde viajou o Rei Alberto, da Bélgica, quando esteve no Brasil em visita oficial, em 1922.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Rio de Janeiro (IPHAN-RJ) reabrirá o Museu do Trem, na próxima terça-feira, dia 02 de abril.

Fechado ao público desde 2007, o Museu teve seu prédio e acervo, uma das maiores referências da memória ferroviária do país, tombados pelo IPHAN em 2011

O prédio abrigou o maior conjunto de oficinas de locomoção da América Latina, que ajudou inclusive na formação bairro do Engenho de Dentro. O Museu e a sua coleção pertenciam à Rede Ferroviária Federal, extinta há seis anos, cujo acervo considerado de valor histórico e cultural foi absorvido pelo IPHAN.

Situado na Rua Arquias Cordeiro, 1046, Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro, o Museu do Trem ficará aberto de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h, com entrada franca. Informações, inclusive sobre visitas guiadas para escolas, podem ser obtidas pelo telefone 21 2233-7483.

Oficina em Cabo Frio terá como tema bens móveis e integrados estaduais

O Escritório Técnico do IPHAN na Região dos Lagos e a Universidade Estácio de Sá/Cabo Frio convidam para a palestra Politíca Estadual de Preservação de acervos, ministrada pelo museólogo Rafael Azevedo Fontenelle Gomes. A apresentação será no próximo dia 27 de março, às 16, no Auditório da Universidade Estácio de Sá, localizado à Rodovia General Alfredo Bruno Gomes Martins s/nº- Lote 19 – Bairro Braga – Cabo Frio – Rio de Janeiro – RJ.

Na palestra, que faz parte do projeto Oficinas de Estudos da Preservação/Cabo Frio, será apresentada a política estadual de preservação de bens móveis e integrados,  além do balanço de suas principais realizações, como os inventários em andamento e já realizados, os objetos descobertos e aqueles recuperados, as parcerias firmadas e os resultados já alcançados nos últimos quatro anos.

Veja o convite [aqui]

Serviço:
Oficina de Estudos da Preservação Cabo Frio/RJ
Data: 27/03/2013
Hora: 16h
Local: Auditório da Universidade Estácio de Sá/ Campus Cabo Frio-RJ
Rodovia General Alfredo Bruno Gomes Martins, s/nº – lote 19 – Bairro Braga – Cabo Frio/RJ.
Mais informações:
Telefone: (22) 26219367
E-mail: memoriadoslagos@gmail.com
http://estacaodopatrimonio.blogspot.com

Museu de Arte do Rio é tema de palestra na Oficina de Estudos da Preservação

O Museu de Arte do Rio (MAR) tema da próxima palestra da Oficina de Estudos da Preservação a ser ministrada pela comunicóloga Andrea Farroco, coordenadora de projetos da Fundação Roberto Marinho e à frente das ações do MAR e do Museu do Amanhã, ambos na cidade do Rio de Janeiro. A apresentação acontecerá dia 27de março de 2013, às 14h, no auditório do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Rio de Janeiro (IPHAN-RJ), na Avenida Rio Branco nº 46, Centro.

A palestra apresentará o conceito arquitetônico do prédio do museu, as etapas de construção e os projetos museológico, educacional e de gestão, evidenciando sua missão enquanto espaço dedicado à educação e às artes visuais. O projeto Oficina de Estudos da Preservação é uma realização do Núcleo de Educação Patrimonial do IPHAN-RJ. As palestras acontecem sempre às quartas-feiras, com entrada franca.

ICOM convida para sua 23ª Conferência Geral , no Rio de Janeiro

foto: visitbrasil.com Clique na imagem para ir ao site oficial

O ICOM Brasil tem a honra de convidá-lo(a) a participar da próxima Conferência Geral do ICOM, que será realizada de 10 a 17 de agosto de 2013, na cidade do Rio de Janeiro, RJ.

Será um enorme prazer para o ICOM Brasil receber especialmente seus membros para a Conferência que será realizada pela primeira vez no Brasil, a segunda na América do Sul, com uma programação inédita e interdisciplinar, que está sendo preparada pelos Comitês Internacionais do ICOM, sob a coordenação do Comitê Organizador Brasileiro.

A Conferência Geral do ICOM no Brasil será uma ocasião incomparável para ampliar o networking entre profissionais e instituições, além de oferecer uma programação inovadora e de excelência, visitas a pontos turísticos do Rio de Janeiro, festas institucionais, visitas especiais a Museus, e ainda a participação na Feira de Museus, na qual serão expostos produtos e serviços oferecidos por empresas nacionais e internacionais. Enfim, será uma oportunidade única de se conectar com as melhores práticas, instituições e profissionais que atuam em museus, em todo o mundo.

Gostaríamos ainda de contar com o seu especial favor de transmitir enfaticamente este convite a outros profissionais nacionais e estrangeiros e, para facilitar este trabalho, encaminhamos anexos os flyers relativos à Conferência, nos três idiomas oficiais do ICOM. Solicitamos a gentileza de chamar a atenção de todos para o fato de que estão abertas as inscrições Early Bird até o próximo dia 31 de março, com condições especiais para inscrições imediatas.

As informações gerais sobre a Conferência poderão ser obtidas no site oficial www.icomrio2013.org.br

Deu no JB online : Defensoria Pública da União entrará com ofício contra Iphan-RJ questionando demolições no entorno do Maracanã

A Defensoria Pública da União enviará ofício ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional  do Rio de Janeiro (Iphan-RJ) para questionar a autorização do órgão de demolir o Parque Aquático Júlio Delamare e o Estádio de Atletismo Célio de Barros, ambos localizados no Complexo do Maracanã, onde o governo estadual pretende subir dois prédios-garagem de sete andares cada.

De acordo com o defensor público André Ordacgy, que assinará o documento, a decisão da superintendência do Iphan no estado é um “contrasenso”

O defensor, ao citar matéria publicada no jornal O Dia, diz que o Iphan afirmou que, “para efeito de demolição, não é necessário autorização, apenas para novas construções”.

“É um contrasenso dos dois lados. Como o estado quer demolir os dois estádios esportivos se não sabe nem se será aprovada a construção desses novos edifícios pelo Iphan? O comportamento estatal não pode ser inconsequente. É até desperdício de dinheiro público, pois o concessionário do Maracanã será pago pela demolição. Significa um prejuízo para sociedade ficar sem o espaço e sem saber se terá utilidade no futuro” critica Ordacgy.

Deu no jornal O Dia : Prédios não autorizados em volta do Maracanã

O governo estadual não pediu autorização ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan) para determinar a construção, em volta do Maracanã, de dois edifícios-garagem com até 22 metros de altura (cerca de sete andares).

Segundo o edital da licitação que privatizará a gestão do complexo, os prédios (na imagem da esquerda, em vermelho) ocuparão terrenos do Estádio Célio de Barros e do Parque Aquático, que serão demolidos.

A Portaria 420, de 2010, diz que intervenções em bem tombado ou em seu entorno têm que ser aprovadas pelo Iphan. De acordo com a portaria, demolições na área de entorno são consideradas intervenções.

A área demarcada do Maracanã

O Célio de Barros e o Júlio de Lamare estão no entorno demarcado pelo Iphan (acima, à direita) quando o Maracanã foi tombado, em 2000. O processo de tombamento deixa claro que “edificações e demais intervenções” na área “estão sujeitas a prévia autorização do Iphan”.

Apesar deste item e do determinado pela Portaria 420, a assessoria do Iphan no Rio afirmou que não é necessário pedir licença para esse tipo de demolição. Mas ressalvou que novas construções terão que ser aprovadas pelo órgão.

O edital do governo prevê que caberá ao futuro concessionário do Maracanã obter as licenças necessárias para as obras, entre elas, as “eventuais autorizações do Iphan”.

“Devido tempo”

O governo disse não precisar de autorização do Iphan para demolir o Célio de Barros, o Júlio de Lamare e a escola Friedenreich. Afirmou que a licença para as construções será solicitada “no seu devido tempo.” O edital obriga a concessionária a fazer os edifícios-garagem, o que será inviável caso o Iphan vete o projeto.

A matéria é assinada por Fernando Molica.